Governança Corporativa

O fracasso na adoção de métricas que viabilizassem a Teoria dos Stakeholders e a massificação do conceito de que a “empresa nasceu para agregar valor aos seus acionistas” resultou na criação e evolução das práticas de Governança Corporativa.

O objetivo central é garantir, tendo como pilar a perpetuidade da operação e com regras escritas e bem definidas, que todas as decisões sejam tomadas em prol do sucesso da organização, dirimindo quaisquer conflitos de interesse que existam entre esta e os seus executivos e/ou, inclusive, os seus acionistas.

Por sucesso, a IFA Association entende a maior geração de caixa possível, que respeite todos os stakeholders, sem ferir o princípio de continuidade da entidade.

Proprietários e executivos que vêm qualificando e investindo na autonomia do negócio, propiciam com que este registre valoração superior aos demais: as evidências estão nos maiores múltiplos negociados em transações de fusões ou aquisições ou, inclusive, na valorização acumulada das respectivas ações negociadas em Bolsa.

Não obstante, empresas startups que nascem sob essa ótica, tendem a ter facilitado o acesso a capitais de investidores anjo e fundos de venture, já que a confiança de que o capital aportado será alocado de forma mais eficiente, é maior.

A filosofia da Innofinance abarca esta tendência de mercado, onde a mesma acredita que as empresas nascem para agregar valor a si mesmas, via lucratividade crescente e consistente.

É essa política que, mantida ao longo do tempo, propicia geração de riqueza para expansão da organização, beneficiando diretamente os seus grupos de interesse e, em especial, os seus acionistas, via riqueza patrimonial, dividendos e admiração da comunidade, os quais estão inseridos.